Um amigo escreveu no Facebook que hoje começou 2013 de vez. Não sei dizer se ele está certo, nem o que isso quer dizer exatamente pra ele, mas, se sim, finalmente! Já era hora de deixar 2012 para trás e espero conseguir fazer isso porque esse último ano não vai deixar saudades.
Foi só começar o ano que já recebi um dica que talvez sirva para tudo isso que passou: que é importante saber mudar o que a gente pode, aceitar aquilo que não podemos e saber distinguir entre os dois. É, parece piegas, e talvez seja, mas para mim faz o maior sentido.
O Tumblr é um lugar um tanto confuso, mas há muita coisa legal para ser descoberta lá. Foi nele que encontrei o podcast das Baker Street Babes, o único podcast sobre Sherlock Holmes composto somente por mulheres.
O primeiro episódio foi lançado em maio de 2011 e fala não somente sobre as histórias originais de Arthur Conan Doyle, mas também das várias adaptações para cinema e tv, assim como pastiches, informações sobre a Londres vitoriana, sociedades, artigos, estudiosos… Enfim, tudo sobre o universo do famoso detetive.
É sempre muito divertido ouvir o podcast. Os assuntos são tratados de forma descontraída e temos a impressão de estarmos conversando entre amigos sobre um assunto muito querido.
Além do podcast, o site delas ainda têm resenhas sobre livros e outras informações que possam ser interessantes aos ouvintes e o Tumblr reúne vários posts relacionados.
E, como prometido, o número 2 da série de terça-feira que por uma sugestão mudou de “Coisas incompreensíveis que a minha cachorra faz” (que na verdade era um título provisório mesmo) para “O Fantástico Mundo de Meg” (sim, é uma referência ao “Fantástico Mundo de Bobby”, que eu adorava ver quando criança. Alguém sabe onde eu acho pra ver?)
Dessa vez decidi fazer praticamente tudo à mão (lápis de cor), retocando alguma coisas e colocando o texto depois no Photoshop. O formato mudou também porque não me gostei de como ficou na horizontal. A dúvida é: fica legível e em bom tamanho do modo que está? Sei que é possível clicar e ver maior, mas é conveniente dessa forma ou é melhor voltar ao modelo anterior? Sugestões são bem vindas.
Já faz um tempo que venho ensaiando fazer uma tirinha ou algo do gênero e sempre acabava travando por não ter tido nenhuma idéia fantástica. Bom, ainda sem nenhuma idéia genial, mas resolvi faz mesmo assim, mesmo que seja algo bem bobinho.
O título já diz: a tirinha surgiu das coisas que a minha cachorra faz (é, eu disse que era bobo).
#1 Série: coisas incompreensíveis que a minha cachorra maluca faz
Fiz o rascunho em papel e pintei e redesenhei no Photoshop.
A intenção é fazer da mini hq uma coisa frequente, provavelmente toda terça-feira, pelo menos até as coisas estranhas que a Meg faz acabarem (que não são tantas assim, então não deve durar muito).
Ontem assisti a primeira parte da série russa do Sherlock Holmes. Sim, existe uma série russa do detetive inglês e nos sites estrangeiros de fãs do livro e de suas adaptações ela até que é bem conhecida.
Vitaly Solomin como Watson
Vasily Livanov como Holmes
Não vou dizer que essa adaptação não tem coisas estranhas. Para começar, não sei se porque vi antes, ou por questão de preferência mesmo, mas acho que música da série russa não é tão interessante quanto o tema da “The Adventures of Sherlock Holmes”, uma série inglesa de 1984 produzida pela Granada Television (mais conhecida como Sherlock Granada nos sites de fãs e aquela que teve Holmes interepretado pro Jeremy Brett, que é aquele cara que primeiro vem a mente quando se pensa no Sherlock clássico). A música tema da série russa é super dramática, assim como a maior parte das coisas que acontecem nessa primeira parte que assisti.
O legal da abertura russa é que ela é quase inteiramente feita só com grafismos, cheia de letras do alfabeto cirílico (a abertura do primeiro episódio não é exatamente igual à essa, mas a idéia é muito parecida).
Mas ainda prefiro a música da série da Granada.
Achei engraçado porque o Watson russo é bem mais arrogante do que suas outras representações costumam ser, mas não foi uma impressão ruim. Achei ele bem menos passivo do que o Watson da Granada, por exemplo (que, por um acaso, foi interpretado por dois atores. O ator do começo da série é o David Burke, que depois é trocado pelo Edward Hardwicke).
Mas, diferenças à parte, a série russa parace ser bem interessante. Vale à pena.
De certa forma, eu já sabia, com a colação de grau do Arthur acontecendo uns dois meses antes da minha e tudo o mais, mas a faculdade terminou (oficialmente, porque já faz um bom tempo que não tenho aulas) de forma muito anti-climática. E é por isso que só estou escrevendo sobre ela agora, depois de 10 dias, porque eu quase esqueci que ela tinha acontecido.
O fato é, a PUC não me decepciona muito mais, então foi tudo muito sem graça e, de certo modo, foi tudo bem. Fizemos um juramento de uma linha e meia e recebemos um papel onde diz que estamos formados e que iremos receber o diploma em 90 dias (o que, transformando para o fuso horário da PUC, deve ser o dobro do tempo, quem sabe). Yay!
Ah, vai pro blog da Carol e lê o post dela. É bem melhor do que esse meu relato amargo.
Livros novos (!)
Mas, falando de assuntos muito mais agradáveis e interessantes, minhas estantes ficaram um pouco mais cheinhas. Comprei o Volume 2 da Edição Definitiva do Sandman (já disse que eu adoro o Neil Gaiman? Não?! Eu adoro o Neil Gaiman (!) e, se eu fosse você, leria alguma coisa dele agora. Se você não gosta de Hqs, pode começar com uma coisa mais levinha, como Coraline :D, mas escolha uma edição com ilustrações do Dave McKean, que você não vai se arrepender), os quadrinhos Orixás, do Orum ao Ayê (as ilustrações são do meu professor de desenho, elas são muito boas) e um volume com todas as histórias do Sherlock Holmes (e, como um bom livro da Penguin, a capa dele é muito legal e é essa daí debaixo)!
A foto ficou feiozinha, mas a câmera do meu celular não é das melhores
Tablets
Quando finalmente consegui instalar o Painter 11 no meu computador, descobri que a minh tablet tinha pifado. É… o universo me ama! Felizmente parece que o Estudio Acre está querendo começar a aprender a engatinhar, então eu usei uma parte do pagamento de um trabalho (!) e comprei uma tablet nova, igual a essa da foto.
Tirei essa imagem do Google. É a preguiça tomando conta...
Ela chegou hoje, depois dos quatro (loooongos) dias previstos pela loja e eu ainda estou um tanto quanto deslumbrada, porque ela é bem melhor (e bem mais bonitinha também) que a minha tablet anterior. Espero poder postar aqui alguma coisa feita com a ajuda dela em breve.
Doctor Who
Enquanto Sherlock não volta eu finalmente tomei coragem e comecei a assistir Doctor Who. A intenção era começar do começo, passando pela série clássico, com todas as suas 26 temporadas (!), até chegar na série nova, mas o torrent foi mais rápido com os arquivos da série atual, então, cá estou eu, quase começando a temporada 5, torcendo para que o torrent termine o começo da série clássica, para poder me distrair e não ter que ficar esperando pelos novos episódios da temporada 6 de mais vazias.
Como alguém pode não gostar de uma série que tem um titlecard tão bom?!
Nunca escrevi nenhum post sobre séries, mas acho que há uma exceção para tudo, não?
Já fazia algum tempo que eu lia sobre a série Shelock da BBC pelos livejournals e afins, mas, talvez por falta de familiaridade ou facilidade (por que as séries mais faladas são americanas), eu nunca tinha assistido à uma série inglesa (com exceção de um ou dois episódios de Law and Order UK e a mini série de 1995 sobre Orgulho e Preconceito, com Colin Firth e tudo o mais). Mas, o fato é que, com o término da faculdade e a nova e enorme quantidade de tempo livre que me acompanha enquanto não consigo trabalho, meu tempo dedicado as séries aumentou muito!
E então, meu tempo de séries inglesas chegou com grande entusiasmo. Talvez eu fale em algum outro post sobre Merlin (com o qual tenho uma relação de amor e ódio mal equilibrada para o lado do ódio) e sobre Being Human (que, não citarei nomes, mas tem um ator que me lembra muito um amigo meu), mas eventualmente resolvi descobrir o que faz com que tanta gente fique falando enlouquecidamente sobre Sherlock nos livejournals da vida.
Bom, a série, assim como anuncia o seu site na BBC, mostra as aventuras de Sherlock Holmes e John Watson no século 21, em Londres e, até agora, o único defeito que posso apontar (como nova fã enlouquecida), é que a série possui só 3 apisódios de 90 minutos (mais uma piloto que não foi ao ar e que você acha fácil por aí pra baixar, caso você esteja com uma caso de abstinência). A (mini)série é cheia de ação, mistério e me fez rir horrores. Os personagens são ótimos! Eles são do jeito que deveriam ser, não só psicologicamente, mas também fisicamente. E, bom, tem o Benedict Cumberbatch (você já viu o vídeo? Ouviu a voz dele?!)
E tem os pequenos detalhes, como o fato do Sherlock ser super inteligente e não saber coisas básicas como quem é o Primeiro Ministro ou qualquer coisa sobre astronomia.
Além de ser sempre muito divertido ver o Sherlock ser o excêntrico que ele é.
Enfim, se eu fosse você iria já fazer os downloads dos episódios. A série foi renovada e novos episódios devem ser lançados ainda esse ano.
Ontem, pela primeira vez na vida, assisti a uma cerimônia do Oscar quase completa (quase porque mudei de canal antes do encerramento e, bom, o tapete vermelho não faz parte da cerimônia, mas ignorei essa parte também). Para variar, me decepcionei com várias coisas, me irritei muito com os apresentadores, achei muita coisa ridícula e assisti só alguns dos filmes nomeados: Cisne Negro, A Origem, Rabbit Hole (que foi traduzido de maneira ridícula para “Reencontrando a Felicidade”), O Discurso do Rei, Toy Story 3, Em um Mundo Melhor, Como Treinar o seu Dragão, Alice no País das Maravilhas, Tron e Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1. Ok, a lista até que ficou meio grandinha, mas aqui tem nomeados para tudo, desde melhor filme até melhor direção de arte ou mixagem de som.
Antigamente não conseguia entender porque muita gente falava que o Oscar não era um prêmio muito respeitável, mas hoje é impossível não concordar com esse tipo de comentário. Tudo bem, eu assisti “O Discurso do Rei” e gostei do filme, mas não acho que ele mereça o título de melhor filme, isso só considerando a lista dos nomeados, porque vi muita coisa, que não está nessa lista, que superam, em muito, esse filme bem normalzinho. Bom, talvez um dos maiores problemas do Oscar seja darem uma parcela tão minúscula aos filmes estranjeiros, porque, normalmente, os escolhidos nessa divisão superam, em muito, os nomeados a Melhor Filme. Quer um exemplo? ”Em um Mundo Melhor” é, na minha opinião, infinitamente melhor que ”O Discurso do Rei”, isso se só considerarmos a temática.
Mas deixando essas coisas de lado, fiquei decepcionada por “Cisne Negro” não ter ganhado Melhor Filme, mas fiquei feliz por “The Lost Thing” ter ganho Melhor Curta de Animação. Na verdade, não assisti nenhum dos curtas nomeados, mas sou apaixonada pelo trabalho do Shaun Tan que criou a história do livro que deu origem ao filme. Quem tiver oportunidade, tenha (sim, tenha, não só veja) o livro “The Arrival”, desenhado por ele (sim, não tem palavras), que conta a história de um homem que tem que abandonar seu país para tentar sustentar à família em um povo distante e muito diferente do seu.
Ainda estou tentando achar “The Lost Thing” em algum lugar para assitir, assim como os outros nomeados para Melhor Curta e Melhor Curta de Animação. Até agora só achei dois: Madagascar, journey diary e The Gruffalo, muito bons por sinal e que, para ajudar qualquer um que também queira conhecê-los, coloquei aí embaixo.
Se alguém achar mais algum, por favor, me fale! :D
Faltando algumas horas para o fim de 2010, aqui estou eu, tentando escrever o último post do ano, lutando contra esse teclado onde eu não consigo encontrar os acentos. De todo jeito vale a pena, porque esse ano que está acabando foi cheio de correrias e risadas.
Foi nesse ano que sobrevivi ao tcc e me formei (sem nunca escrever um post sobre multimeios). Consegui escapar da loucura graças aos amigos que me apoiaram e me alegraram com as situações mais estranhas, os mesmos amigos que me acompanharam no fim do ano em uma viagem para Buenos Aires que, com certeza, foi inesquecível.
Esse é um post de despedida e ele é bem pequeno, mas como é difícil escrever tudo o que seria justo falar sobre 2010, então é melhor ser breve.
A Mansão Foster para Amigos Imaginários foi um desses desenhos que me conquistou logo de início. A idéia é bem legal: no universo da série, quando uma criança imagina um amigo imaginário, ele toma forma física, incorporando não só a aparência, mas a personalidade que foi imaginada. Mas, assim como no nosso universo, chega um momento em que as crianças crescem e se livram dos amigos imaginários. E foi pensando nisso, que a Madame Foster criou a Mansão Foster para amigos imaginários, para que essas criaturas tenham onde viver depois que suas crianças crescem (e lá eles podem ser adotados por outras pessoas).
A história começa porque Mac é obrigado pela mãe a abandonar seu amigo imaginário Bloo, pois ela acha que seu filho está velho de mais para amigos imaginários. Ele então faz um trato com a Madame Foster de que: se ele visitasse seu amigo todos os dias, Bloo poderia ficar na Mansão e não poderia ser adotado por outras crianças. O desenho mostra várias situações envolvendo os vários amigos imaginários que moram na Mansão, como Minguado, que sempre está pedindo desculpas e nunca quer incomodar ninguém ou o próprio Bloo, que é egoísta e competitivo.
Diferentemente dos desenhos animados dos posts anteriores, essa é uma animação que se destina mais às crianças, apesar de, na minha opinião, ser perfeitamente capaz de agradar adultos também. Um problema, é que não acho que o humor desse desenho seja tão bom, mas ele é engraçadinho e dá pra passar o tempo.
Em compensação, acho os cenários angulosos bem interessantes e gosto dos amigos imaginários que vão aparecendo no decorrer da série.
Essa é uma série que não faço a mínima idéia de quando passa. Antigamente ela passava à toda hora no Cartoon Network, mas ultimamente não a tenho mais encontrado. É uma pena.