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Sherlock Holmes falando russo?!

September 21st, 2011 · Audiovisual, Comentários, séries

Ontem assisti a primeira parte da série russa do Sherlock Holmes. Sim, existe uma série russa do detetive inglês e nos sites estrangeiros de fãs do livro e de suas adaptações ela até que é bem conhecida.

Vitaly Solomin como Watson

Vitaly Solomin como Watson

Vasily Livanov como Holmes

Vasily Livanov como Holmes

Não vou dizer que essa adaptação não tem coisas estranhas. Para começar, não sei se porque vi antes, ou por questão de preferência mesmo, mas acho que música da série russa não é tão interessante quanto o tema da “The Adventures of Sherlock Holmes”, uma série inglesa de 1984 produzida pela Granada Television (mais conhecida como Sherlock Granada nos sites de fãs e aquela que teve Holmes interepretado pro Jeremy Brett, que é aquele cara que primeiro vem a mente quando se pensa no Sherlock clássico). A música tema da série russa é super dramática, assim como a maior parte das coisas que acontecem nessa primeira parte que assisti.


O legal da abertura russa é que ela é quase inteiramente feita só com grafismos, cheia de letras do alfabeto cirílico (a abertura do primeiro episódio não é exatamente igual à essa, mas a idéia é muito parecida).


Mas ainda prefiro a música da série da Granada.

Achei engraçado porque o Watson russo é bem mais arrogante do que suas outras representações costumam ser, mas não foi uma impressão ruim. Achei ele bem menos passivo do que o Watson da Granada, por exemplo (que, por um acaso, foi interpretado por dois atores. O ator do começo da série é o David Burke, que depois é trocado pelo Edward Hardwicke).

Mas, diferenças à parte, a série russa parace ser bem interessante. Vale à pena.

Jeremy Brett e David Burke

Jeremy Brett e David Burke

Edward Hardwicke e Jeremy Brett

Jeremy Brett e Edward Hardwicke

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E o que anda acontecendo?

April 28th, 2011 · Uncategorized

Colação de grau

De certa forma, eu já sabia, com a colação de grau do Arthur acontecendo uns dois meses antes da minha e tudo o mais, mas a faculdade terminou (oficialmente, porque já faz um bom tempo que não tenho aulas) de forma muito anti-climática. E é por isso que só estou escrevendo sobre ela agora, depois de 10 dias, porque eu quase esqueci que ela tinha acontecido.

O fato é, a PUC não me decepciona muito mais, então foi tudo muito sem graça e, de certo modo, foi tudo bem. Fizemos um juramento de uma linha e meia e recebemos um papel onde diz que estamos formados e que iremos receber o diploma em 90 dias (o que, transformando para o fuso horário da PUC, deve ser o dobro do tempo, quem sabe). Yay!

Ah, vai pro blog da Carol e lê o post dela. É bem melhor do que esse meu relato amargo.

Livros novos (!)

Mas, falando de assuntos muito mais agradáveis e interessantes, minhas estantes ficaram um pouco mais cheinhas. Comprei o Volume 2 da Edição Definitiva do Sandman (já disse que eu adoro o Neil Gaiman? Não?! Eu adoro o Neil Gaiman (!) e, se eu fosse você, leria alguma coisa dele agora. Se você não gosta de Hqs, pode começar com uma coisa mais levinha, como Coraline :D, mas escolha uma edição com ilustrações do Dave McKean, que você não vai se arrepender), os quadrinhos Orixás, do Orum ao Ayê (as ilustrações são do meu professor de desenho, elas são muito boas) e um volume com todas as histórias do Sherlock Holmes (e, como um bom livro da Penguin, a capa dele é muito legal e é essa daí debaixo)!

A foto ficou feiozinha, mas a câmera do meu celular não é das melhores

Tablets

Quando finalmente consegui instalar o Painter 11 no meu computador, descobri que a minh tablet tinha pifado. É… o universo me ama! Felizmente parece que o Estudio Acre está querendo começar a aprender a engatinhar, então eu usei uma parte do pagamento de um trabalho (!) e comprei uma tablet nova, igual a essa da foto.

Tirei essa imagem do Google. É a preguiça tomando conta...

Ela chegou hoje, depois dos quatro (loooongos) dias previstos pela loja e eu ainda estou um tanto quanto deslumbrada, porque ela é bem melhor (e bem mais bonitinha também) que a minha tablet anterior. Espero poder postar aqui alguma coisa feita com a ajuda dela em breve.

Doctor Who

Enquanto Sherlock não volta eu finalmente tomei coragem e comecei a assistir Doctor Who. A intenção era começar do começo, passando pela série clássico, com todas as suas 26 temporadas (!), até chegar na série nova, mas o torrent foi mais rápido com os arquivos da série atual, então, cá estou eu, quase começando a temporada 5, torcendo para que o torrent termine  o começo da série clássica, para poder me distrair e não ter que ficar esperando pelos novos episódios da temporada 6 de mais vazias.

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Sherlock BBC

April 12th, 2011 · Audiovisual, Comentários, séries

Photobucket

Como alguém pode não gostar de uma série que tem um titlecard tão bom?!

Nunca escrevi nenhum post sobre séries, mas acho que há uma exceção para tudo, não?

Já fazia algum tempo que eu lia sobre a série Shelock da BBC pelos livejournals e afins, mas, talvez por falta de familiaridade ou facilidade (por que as séries mais faladas são americanas), eu nunca tinha assistido à uma série inglesa (com exceção de um ou dois episódios de Law and Order UK e a mini série de 1995 sobre Orgulho e Preconceito, com Colin Firth e tudo o mais). Mas, o fato é que, com o término da faculdade e a nova e enorme quantidade de tempo livre que me acompanha enquanto não consigo trabalho, meu tempo dedicado as séries aumentou muito!

E então, meu tempo de séries inglesas chegou com grande entusiasmo. Talvez eu fale em algum outro post sobre Merlin (com o qual tenho uma relação de amor e ódio mal equilibrada para o lado do ódio) e sobre Being Human (que, não citarei nomes, mas tem um ator que me lembra muito um amigo meu), mas eventualmente resolvi descobrir o que faz com que tanta gente fique falando enlouquecidamente sobre Sherlock nos livejournals da vida.

Bom, a série, assim como anuncia o seu site na BBC, mostra as aventuras de Sherlock Holmes e John Watson no século 21, em Londres e, até agora, o único defeito que posso apontar (como nova fã enlouquecida), é que a série possui só 3 apisódios de 90 minutos (mais uma piloto que não foi ao ar e que você acha fácil por aí pra baixar, caso você esteja com uma caso de abstinência). A (mini)série é cheia de ação, mistério e me fez rir horrores. Os personagens são ótimos! Eles são do jeito que deveriam ser, não só psicologicamente, mas também fisicamente. E, bom, tem o Benedict Cumberbatch (você já viu o vídeo? Ouviu a voz dele?!)

E tem os pequenos detalhes, como o fato do Sherlock ser super inteligente e não saber coisas básicas como quem é o Primeiro Ministro ou qualquer coisa sobre astronomia.

Além de ser sempre muito divertido ver o Sherlock ser o excêntrico que ele é.

Enfim, se eu fosse você iria já fazer os downloads dos episódios. A série foi renovada e novos episódios devem ser lançados ainda esse ano.

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Uma nota breve sobre o Oscar 2011

February 28th, 2011 · Audiovisual, Comentários

Ontem, pela primeira vez na vida, assisti a uma cerimônia do Oscar quase completa (quase porque mudei de canal antes do encerramento e, bom, o tapete vermelho não faz parte da cerimônia, mas ignorei essa parte também). Para variar, me decepcionei com várias coisas, me irritei muito com os apresentadores, achei muita coisa ridícula e assisti só alguns dos filmes nomeados: Cisne Negro, A Origem, Rabbit Hole (que foi traduzido de maneira ridícula para “Reencontrando a Felicidade”),  O Discurso do Rei, Toy Story 3, Em um Mundo Melhor, Como Treinar o seu Dragão,  Alice no País das Maravilhas, Tron e Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1. Ok, a lista até que ficou meio grandinha, mas aqui tem nomeados para tudo, desde melhor filme até melhor direção de arte ou mixagem de som.

Antigamente não conseguia entender porque muita gente falava que o Oscar não era um prêmio muito respeitável, mas hoje é impossível não concordar com esse tipo de comentário. Tudo bem, eu assisti “O Discurso do Rei” e gostei do filme, mas não acho que ele mereça o título de melhor filme, isso só considerando a lista dos nomeados, porque vi muita coisa, que não está nessa lista, que superam, em muito, esse filme bem normalzinho. Bom, talvez um dos maiores problemas do Oscar seja darem uma parcela tão minúscula aos filmes estranjeiros, porque, normalmente, os escolhidos nessa divisão superam, em muito, os nomeados a Melhor Filme.  Quer um exemplo?  ”Em um Mundo Melhor” é, na minha opinião, infinitamente melhor que  ”O Discurso do Rei”, isso se só considerarmos a temática.

Mas deixando essas coisas de lado, fiquei decepcionada por “Cisne Negro” não ter ganhado Melhor Filme, mas fiquei feliz por “The Lost Thing” ter ganho Melhor Curta de Animação. Na verdade, não assisti nenhum dos curtas nomeados, mas sou apaixonada pelo trabalho do Shaun Tan que criou a história do livro que deu origem ao filme. Quem tiver oportunidade, tenha (sim, tenha, não só veja) o livro “The Arrival”, desenhado  por ele (sim, não tem palavras), que conta a história de um homem que tem que abandonar seu país para tentar sustentar à família em um povo distante e muito diferente do seu.

Ainda estou tentando achar “The Lost Thing” em algum lugar para assitir, assim como os outros nomeados para Melhor Curta e Melhor Curta de Animação. Até agora só achei dois: Madagascar, journey diary e The Gruffalo, muito bons por sinal e que, para ajudar qualquer um que também queira conhecê-los, coloquei aí embaixo.


Se alguém achar mais algum, por favor, me fale! :D

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Adeus, 2010

December 31st, 2010 · Comentários

Faltando algumas horas para o fim de 2010, aqui estou eu, tentando escrever o último post do ano, lutando contra esse teclado onde eu não consigo encontrar os acentos. De todo jeito vale a pena, porque esse ano que está acabando foi cheio de correrias e risadas.

Foi nesse ano que sobrevivi ao tcc e me formei (sem nunca escrever um post sobre multimeios). Consegui escapar da loucura graças aos amigos que me apoiaram e me alegraram com as situações mais estranhas, os mesmos amigos que me acompanharam no fim do ano em uma viagem para Buenos Aires que, com certeza, foi inesquecível.

Esse é um post de despedida e ele é bem pequeno, mas como é difícil escrever tudo o que seria justo falar sobre 2010, então é melhor ser breve.

Que 2011 seja tão bom como 2010.

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Sobre desenhos animados – Parte 4

October 10th, 2010 · Animação, Audiovisual, Comentários

Mais uma animação para a série sobre desenhos animados:

Mansão Foster para Amigos Imaginários

Mansão Foster

A Mansão Foster para Amigos Imaginários foi um desses desenhos que me conquistou logo de início. A idéia é bem legal: no universo da série, quando uma criança imagina um amigo imaginário, ele toma forma física, incorporando não só a aparência, mas a personalidade que foi imaginada. Mas, assim como no nosso universo, chega um momento em que as crianças crescem e se livram dos amigos imaginários. E foi pensando nisso, que a Madame Foster criou a Mansão Foster para amigos imaginários, para que essas criaturas tenham onde viver depois que suas crianças crescem (e lá eles podem ser adotados por outras pessoas).

A história começa porque Mac é obrigado pela mãe a abandonar seu amigo imaginário Bloo, pois ela acha que seu filho está velho de mais para amigos imaginários. Ele então faz um trato com a Madame Foster de que: se ele visitasse seu amigo todos os dias, Bloo poderia ficar na Mansão e não poderia ser adotado por outras crianças. O desenho mostra várias situações envolvendo os vários amigos imaginários que moram na Mansão, como Minguado, que sempre está pedindo desculpas e nunca quer incomodar ninguém ou o próprio Bloo, que é egoísta e competitivo.

Diferentemente dos desenhos animados dos posts anteriores, essa é uma animação que se destina mais às crianças, apesar de, na minha opinião, ser perfeitamente capaz de agradar adultos também. Um problema, é que não acho que o humor desse desenho seja tão bom, mas ele é engraçadinho e dá pra passar o tempo.

Em compensação, acho os cenários angulosos bem interessantes e gosto dos amigos imaginários que vão aparecendo no decorrer da série.

Essa é uma série que não faço a mínima idéia de quando passa. Antigamente ela passava à toda hora no Cartoon Network, mas ultimamente não a tenho mais encontrado. É uma pena.

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Música para cortar os pulsos

October 10th, 2010 · Comentários, Teatro

Foi escrevendo esse post que percebi que não tinha uma tag nesse blog para teatro. E inauguro essa nova classificação falando de uma ótima peça que tive o prazer de assistir hoje.

Confesso que o que primeiro me chamou atenção nela foi o nome: “Música para cortar os pulsos”. Quando vi esse nome no caderninho do Sesc fiquei curiosa e logo decidi que tinha que descobrir do que se tratava, afinal, o nome era tão legal! (Oras, não me olhem assim, se tem gente que julga livro pela capa, então também posso julgar peça pelo título. Humf.)

Enfim, passado o deslumbramento inicial, descobri a sinopse: Em dez cenas curtas, as histórias amorosas de três jovens se desenrolam com a intensidade (e ao som) das músicas para cortar os pulsos. Isabela sofre porque foi abandonada, Felipe quer se apaixonar e Ricardo, seu amigo, está apaixonado por ele. E decidi que sim, havia sido fisgada.

Chegando lá, quase fui para o auditório errado. Na verdade, nem sabia que o Sesc Pinheiro tinha outro auditório fora o Paulo Autran. Acabei chegando na salinha no terceiro andar com mais um monte de gente tentando se encontrar. Na entrada, ganhei o folder falando sobre a peça que, por sinal, achei muito bem feitinho. (quem quiser ver como é, eu escaneei o folder e é só clicar nos thumbnails abaixo para ver em tamanho maior)

Folder parte de fora Folder parte de dentro

Além do folder, eles distribuem pedacinhos de papel com trechos de músicas, para cortar os pulsos, (peguei um trecho de “Não me arrependo”, do Caetano Veloso e a minha mãe, que foi comigo, pegou um trecho de “Nada a Ver”, da Gal Costa) e com o endereço do twitter e do blog deles.

“Não, nada irá nesse mundo apagar o desenho que temos aqui. Nem o maior dos seus erros, meus erros, remorsos o farão sumir.” (Não me arrependo – Caetano Veloso)

“Um precipício apenas deve ser um artifício pra me dizer: ‘vou voar com você’.” (Nada a ver – Gal Costa)

A peça é muito boa. São três atores somente, em um cenário com poucos objetos, mas isso já é mais do que suficiente. Os diálogos (mais para monólogos) são muito bons, assim como as reflexões. Não posso esquecer das músicas, todas para cortar os pulsos, assim como a grande sensibilidade com que a peça é conduzida.

Fico aqui, batalhando para escrever sobre teatro, mas a verdade é que não enetendo nada de teatro. Algumas peças me capturam e outras  não. A Música para cortar os pulsos conseguiu me pegar e agora estou paralizada, não sei descrever exatamente o que a faz tão especial. O que é importante é: ela é imperdível. Aproveite enquanto há tempo porque eles só estão lá no Sesc Pinheiros até o dia 17 (de outubro mesmo!).

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Sobre desenhos animados – Parte 3

October 9th, 2010 · Animação, Audiovisual, Comentários

Continuando a série sobre desenhos animados:

Hora de Aventura

Hora de Aventura

Hora de Aventura é um desenho animado que começou a passar recentemente no Cartoon Network então ainda não posso dizer com certeza de que esse permanecerá entre os desenhos atuais de que mais gosto, mas ele parece ter o potencial de ser um. Assim como Chowder, essa animação entre no humor nonsense, com coisas sem muito sentido ou explicação acontecendo, mas que no universo do desenho são aceitas.

A história é de um garoto de doze anos (Finn) que percorre a Terra de Ooo com seu amigo Jake (que é um cachorro com poderes mágicos que tem a idade canina de 28 anos) em busca de aventuras. Aqui também há algumas piadas que beiram o humor adulto e algumas situações politicamente incorretas (como no vídeo abaixo, onde Jake fala para Finn que talvez fosse melhor ele não ajudar o mendigo).

Por mais incrível que pareça, é bem difícil encontrar vídeos dessa animação no Youtube, então coloquei aqui a que achei ser melhor, mas sem muita opção de escolha.

Gosto do estilo do desenho, com personagens de corpos restos e braços e pernas longos e finos e também acho legal que o logo que aparece no início dos episódios lembra um pouco o logo de Zelda.

Hora de Aventura
Zelda

Ainda não sei dizer o que será dessa animação no futuro, mas estou curiosa. Pra quem se interessou, Hora de Aventura é transmitido nas quintas às 23h30 e nos domingos às 20h (devem ter outros horários, mas são esses que eu conheço).

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Sobre desenhos animados – Parte 2

October 8th, 2010 · Animação, Audiovisual, Comentários

Continuando a saga de posts sobre desenhos animados, mais um desenho atual que recomendo assitir.

Chowder

Chowder

Não acho Chowder tão legal quanto Flapjack, mas ele é bem legal também. O desenho conta a história de um menino (Chowder) que sonha em ser um grande chef de cozinha, por isso ele é aprendiz de Mung Daal, que tem um restaurante famoso na cidade de Marzipã. Os episódios seguem a linha do nonsense, com situações esquisitas. Os personagens são todos muito estranhos, sendo que o Chowder provavelmente é mais estranho deles (ele adora comer TUDO, tudo mesmo e é meio burrinho e inocente).

Uma das coisas legais é que o humor aqui também nem sempre é direcionado só pra crianças, um exemplo é um episódio en que Chowder vai ao banco com Schnitzel, que também trabalha no restaurante, e eu tenho certeza que todo mundo já viu, ouviu falar ou já passou por situações parecidas. Tem dois pedaços do episódio, aí em baixo (não consegui achar a parte 2, mas dá pra entender a idéia do que acontece no episódio por esses dois pedaços):

Outra coisa legal é que  Chowder brinca com a metalinguagem. Em vários episódios os personagens se referem ao fato de estarem em um desenho animado, chegando ao ponto de escrever na “tela” e  apontar para o logo do Cartoon Network. Uma coisa que talvez tenha dado pra ver nesse trechos do vídeo de cima, é que os personagens são “pintados” com texturas, mas essas texturas “se mexem” quando eles se movem (eu não sei explicar isso de outra forma, se você não entendeu, veja o vídeo e preste atenção na camiseta do Chowder). O efeito é bem interessante.

Um bônus para o desenho é que todos os personagens têm nome de comida! Chowder, Schnitzel, Mung, Trufa, Endívia, Ceviche, Gazpacho, Gorgonzola, Panini, Kimchi, Marzipã (que é o nome da cidade), Kiwi, Castanha, Marmelada… E o nome das comidas mesmo são inventadas como desfruta, elemelões, mêssegos, pézza e vários outros.

Eu gosto bastante de Chowder, mas infelizmente, assim como Flapjack, o Cartoon Network vive mudando os horários em que ele passa e muitas vezes são uns horários ruins (como de madrugada). O horário que sei que ele passa atualmente (talvez tenha outros, mas só sei esse) é às 23h no Cartoon Network às quintas. Esse eu ainda não tentei baixar, então não sei se é fácil encontrar, mas hoje em dia se acha tudo na internet, então creio ser possível.

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Sobre desenhos animados – Parte 1

October 7th, 2010 · Animação, Audiovisual, Comentários

Sempre fui uma pessoa que adora ver desenhos animados. Quando criança, eu assistia a praticamente todos os desenhos disponíveis na tv aberta e quando meus pais começaram a assinar a tv a cabo, comecei a assistia a todos os desenhos da tv fechada também. Na verdade, se eu fosse uma pessoa com quilos de paciência, minha profissão dos sonhos seria trabalhar fazendo animações, mas como paciência nunca foi meu forte achei melhor sonhar com coisas mais viáveis. Hoje em dia, estou mais seletiva, e acho vários desenhos recentes muito ruins, mas ainda há algumas coisas novas que gosto de assitir.

Na verdade, verdade mesma, esse post surgiu porque, um dia desses, eu estava procurando o download dos episódios novos de um desses desenhos que ando vendo e acabei caindo em um blog falando super mal dele. Tá ok que o cara começa escrevendo que tinha gostado de um dos episódios do Ben 10, que eu não sei se você já viu e o que você acha, mas eu acho muito chato, mas ao ler aquele post, fiquei com vontade de defender uma das coisas que acho mais legais de assistir hoje em dia quando estou com o tempo livre.

Pra acompanhar a resenhinha do desenho em questão, resolvi fazer uma série de posts falando de quais animações eu gosto de assistir esses dias pra, quem sabe, você resolver assistir também. De repente, no final, eu falo daquelas animações mais antigas e talvez as pessoas não me condenem tanto assim, hahaha.

Flapjack e Bolha

As Trapalhadas de Flapjack

Uma coisa eu concordo com o cara da resenha. Esse desenho é estranho, mas é um tipo de estranheza que eu gosto! É um desenho animado que tem suas partes inocentes e outras não tanto assim (mas que não são super evidentes). Já li alguma coisa comparando esse desenho com aquele do Ren & Stimpy e, apesar de nunca ter pensado em comparar esses dois, até que posso ver algumas semelhanças, pois os dois são desenhos estranhos, mas acho que a semelhança pára por aí. O que eu não gosto em Ren & Stimpy é que o desenho é sempre nojento. Não que Flapjack não tenha seus momentos, mas não me incomoda tanto e não acontece sempre. Outra diferença é que o desenho dos gatinhos é bem mais adulto do que Flapjack, que tem umas piadas não tão dirigidas às crianças, mas que não por isso é direcionado aos adultos.

As Trapalhadas de Flapjack (The Marvelous Misadventures of Flapjack) conta a história de um menino (Flapjack) que mora dentro de uma baleia  (a Bolha, que é como uma mãe ou algo assim)  com um cara que o desenho não dá a entender bem o que é dele que se chama Capitão Falange (que por sinal é um péssimo exemplo). Flapjack e Falange estão sempre em busca de aventuras (se bem que, quando elas acontecem, sempre são muito furadas, se é que chegam a ser aventuras) e querem encontrar a lendária Ilha Açúcar, que ninguém sabe onde fica.

O desenho é cheio de personagens esquisitos, como o barbeiro que é também cirurgião ou a mulher do dono da loja de doces, a Esposa Doce, que é tão assustadora como o cara da resenha fez parecer (ela é feita em stop motion, ao invés dos outros personagens que são desenhados e a luz que é jogada nela faz com que ela fique bem esquisita). Outra coisa legal, que eu considero um bônus, é que o mar parece ser feito com recortes de papel (não sei se dá pra perceber na foto).

Enfim, talvez as pessoas que gostam e estão acostumadas com os desenhos animados tradicionais não gostem dessa animação, mas eu acho uma coisa bem legal pra se assistir e me divirto bastante. Infelizmente, o último episódio do desenho já foi feito (mas ainda não passou no Brasil) e o Cartoon Network transmite Flapjack em um horário que sempre muda (o que me irrita, porque eles enchem de desenhos chatos como Ben 10 ou o desenho estilo anime das Meninas Super Poderosas, por exemplo, e tiram as coisas que prestam). Por isso, se alguém se interessar, é mais fácil procurar algum download e baixar.

Além do vídeo linkado no título do desenho (lá em cima), tem mais dois pedacinhos pra quem quiser ver:

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A Saga dos desenhos animados continua daqui há alguns dias.

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